O Sono


 

Sono

 

 

                               O Sono

“Bom sono e boa comida acrescentam a vida” – Provérbio.

O sono consiste de função fisiológica altamente complexa em que ocorre alteração das ondas do cérebro, ou seja, enquanto dormimos o cérebro continua em atividade e repara seu mecanismo para o dia seguinte.

O sono tem papel fundamental na reparação física e mental. Durante a vigília nosso corpo se prepara para o sono.

Recém-nascidos podem dormir de 14 a 20 horas por dia, somando os episódios de sestas.

O sono do lactente atualmente está vinculado aos aspectos sociais da família: se frequenta creche, se é cuidado por babás, avós, entre outros aspectos influenciadores dos hábitos de dormir na criança menor. O ideal é observar o choro e sonolência, fácil de ser reconhecido pelos cuidadores dos pequenos. Quando o choro por sono aparecer, o lactente precisa ser colocado para dormir.

Até os 3 anos de idade a necessidade de sono vai diminuindo e varia entre 12 e 14 horas.

Aos 6 anos a criança dorme cerca de 11 horas.

Na adolescência a média de sono varia de 6 a 9h e alguns jovens adotam o hábito de dormir até mais tarde nos finais de semana.

A média de sono nos adultos é de 8 horas diárias.

O sono do idoso pode variar de 4 a 6 horas por dia.

Hipócrates e Aristóteles já estudavam as origens do sono. No século XX descobriu-se que durante o estado de vigília são fabricadas substâncias indutoras do sono.

Dormir bem é um indicador de boa saúde.

Leitura recomendada:

Sono & Saúde – Interface com a Psicologia e a Neurologia.

Reimão, Valle, Valle e Rossini.

Editora Novo Conceito Saúde, 2010.

 

Edição – Rosana Rocha

 

MEDITAR PARA QUÊ?


MEDITE

MEDITAR PARA QUÊ?

Foi constatado que praticar meditação regularmente traz diversos benefícios para a saúde:

- Estimula a produção de endorfinas;

- Diminui a atividade do cérebro, induzindo à calma;

- Melhora a capacidade respiratória;

- Reduz stress;

- Normaliza a pressão arterial;

- Ativa a capacidade de realizar uma tarefa por vez, entre outros.

O Objetivo

O foco da meditação está na capacidade do indivíduo em tomar as rédeas de sua mente, ser o seu gestor.

Especialistas afirmam que o dia fica maior para a pessoa que medita, ou seja, ela consegue realizar mais tarefas do que faria sem esse hábito.

No ocidente, principalmente, o ser humano se entrega aos apelos externos da vida cotidiana deixando que invadam suas mentes: passam a ser controlados por um turbilhão de pensamentos acelerados.

A meditação faz com que acalmemos esse tráfego e nos coloquemos no comando mental.

Meditar auxilia a pessoa a manter seu foco no presente.

“Mas sou agitado e tenho muita dificuldade para me concentrar…”

As formas e os preparativos muitas vezes assustam os novos praticantes que não têm a menor afinidade com o assunto.

Mas, a melhor meditação, é a mais simples – é aquela em que você se adapta melhor.

Quando olhamos para uma flor por alguns segundos e pensamos sobre sua forma, seu perfume – estamos meditando.

Como começar

  1. Inicie com meditações curtas (5 a 10 minutos) todos os dias;
  2. Reserve um período diário para o corpo se acostumar;
  3. Procure ficar confortável: roupas, local, ambiente (calor ou frio);
  4. Certifique-se que ninguém e nada vai distraí-lo: pessoas, telefones, TV, rádio, etc.;
  5. É melhor que a meditação seja feita 2 horas após uma refeição completa, por isso, prefira horários distantes das principais refeições;
  6. Procure qualquer posição em que mantenha a coluna reta, podendo acomodar-se no chão, em uma cadeira, ou poltrona;
  7. Mantenha os ombros para trás para facilitar a respiração;
  8. Deixe as mãos relaxadas ao longo do corpo;
  9. Seja gentil com seus pensamentos, deixe-os passarem por você, deixe-os ir;

10. Assegure-se de estar confortável para que a meditação tenha sucesso!

Em outros artigos discutiremos sobre as diversas formas de meditação.

 

Referências

THOMPSON, Gerry. Meditação, palavra básica. São Paulo: Vitória Régia, 2000. 80 p.

 

Edição – Rosana Rocha