Spa dos Chás


 

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SPA DOS CHÁS

 

Para algumas culturas o chá é a parte central de um ritual, para outras um coadjuvante na arte de se alimentar…

Para um efeito tranquilizante e meditativo a arte de saborear o chá poderá ser realizada em uma xícara sem asas e de frente para o pôr do sol. Experimente!

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Tomar chás à revelia, não é bom. É preciso primeiro pesquisar a erva, suas propriedades, refletir sobre suas necessidades e procurar se informar sobre possíveis efeitos colaterais.

Por exemplo, o chá das folhas de Ginkgo biloba pode trazer benefícios no combate à trombose, porém pacientes que tomam aspirina precisam consultar o médico.

Outro caso se aplica ao chá de Amora que oferece diversos benefícios (contém minerais, proteínas, combate o excesso de peso, diabetes, osteoporose, colesterol alto, TPM, calvície, inflamações, etc…), no entanto, o excesso pode causar diarreia e não deve ser ingerido por grávidas.

 

 

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Você sabe a diferença entre os chás: branco, verde, preto e vermelho?

A variação está relacionada à forma que são colhidos e processados, apesar de todos se originarem da planta Camellia sinensis.

Esses chás possuem ação antioxidante, melhoram a função do fígado e são diuréticos. No entanto, a associação destes com leite, pode reduzir a função antioxidante. Não é recomendada a ingestão dos mesmos a partir das 16 horas, porque podem causar insônia.

Portadores de doenças nos rins, pressão alta, gastrite e glaucoma, além de crianças e gestantes não devem ingerir os chás: verde, branco e vermelho.

 

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Mas, existem aqueles que nossos avós já indicavam:

Erva-doce – para combater gases;

Camomila e Erva Cidreira – para acalmar;

Boldo – para desintoxicar o fígado.

Atualmente temos muitas opções no mercado com indicações para o descanso noturno, acordar, exercitar-se, enfim, a lista é extensa.

Mas, aqui vai uma dica para tornar seu hábito de tomar chá um momento de prazer, ou reflexão, ou compartilhamento de momentos:

  • Escolha um momento em que vai poder sentar e opte por uma xícara bonita para que você amplie seu gosto pelo hábito;
  • Xícaras sem asa fornecem às mãos a percepção tátil da temperatura ideal para a ingestão;
  • No meio da tarde o chá é sempre bem-vindo, no verão ou no inverno;
  • Experimente tomar um banho relaxante e depois se acomodar confortavelmente em seu local preferido da casa para sorver seu chá…

Vá sempre ao médico de sua confiança e procure conhecer bem seu corpo, emoções, entre outras áreas para que possa escolher o sabor de chá adequado para cada um de seus momentos ou necessidades.

 

Edição – Rosana Rocha

 

 

 

 

O Sono


 

Sono

 

 

                               O Sono

“Bom sono e boa comida acrescentam a vida” – Provérbio.

O sono consiste de função fisiológica altamente complexa em que ocorre alteração das ondas do cérebro, ou seja, enquanto dormimos o cérebro continua em atividade e repara seu mecanismo para o dia seguinte.

O sono tem papel fundamental na reparação física e mental. Durante a vigília nosso corpo se prepara para o sono.

Recém-nascidos podem dormir de 14 a 20 horas por dia, somando os episódios de sestas.

O sono do lactente atualmente está vinculado aos aspectos sociais da família: se frequenta creche, se é cuidado por babás, avós, entre outros aspectos influenciadores dos hábitos de dormir na criança menor. O ideal é observar o choro e sonolência, fácil de ser reconhecido pelos cuidadores dos pequenos. Quando o choro por sono aparecer, o lactente precisa ser colocado para dormir.

Até os 3 anos de idade a necessidade de sono vai diminuindo e varia entre 12 e 14 horas.

Aos 6 anos a criança dorme cerca de 11 horas.

Na adolescência a média de sono varia de 6 a 9h e alguns jovens adotam o hábito de dormir até mais tarde nos finais de semana.

A média de sono nos adultos é de 8 horas diárias.

O sono do idoso pode variar de 4 a 6 horas por dia.

Hipócrates e Aristóteles já estudavam as origens do sono. No século XX descobriu-se que durante o estado de vigília são fabricadas substâncias indutoras do sono.

Dormir bem é um indicador de boa saúde.

Leitura recomendada:

Sono & Saúde – Interface com a Psicologia e a Neurologia.

Reimão, Valle, Valle e Rossini.

Editora Novo Conceito Saúde, 2010.

 

Edição – Rosana Rocha